Veja aqui opiniões de alguns proeminentes intelectuais sobre Hindemburg Melão Jr.

Entrevistas selecionadas (mais completas):
Jornal canadense In-Sight Journal
: English || Português

Canal Clube de Xadrez On-Line deo 

Revista Grafistastexto

Matéria no programa "Fantástico", rede Globo: https://youtu.be/A0IXRR3PfII

Matéria no jornal da TV Vanguarda, filial da Globo: https://youtu.be/lbScHV118-M

Recorde Mundial registrado no Guinness Book: certificado || foto || vídeo

Artigos selecionados: (Ciência, Filosofia, Estatística, Matemática, Astronomia, Astrofísica, Psicometria, História da Ciência, Biomedicina, Astrobiologia, Ciência de Dados, Investimentos etc.)

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Hindemburg Melão Jr. nasceu na Zona Leste de São Paulo, onde passou sua infância e adolescência. Seu pai ficou órfão muito cedo e começou a trabalhar enquanto ainda era criança, tendo inclusive deixado os estudos na segunda série do primário para ajudar a colocar comida em casa. Chegou a trabalhar como engraxate, ajudante de mecânico, ajudante numa fábrica de vidro e caminhoneiro; sua mãe era neta de índios e foi professora de Ensino Fundamental na rede pública estadual.

​Hindemburg teve desenvolvimento precoce e, de acordo com sua mãe, aos 6 meses de idade já falava fluentemente, construindo sentenças completas, inteligíveis e com significados complexos. Embora esse fenômeno tenha chamado a atenção de seus familiares, nunca pesquisaram por algum programa especial para matriculá-lo. Muitas vezes, quando um talento como esse é descoberto, os pais tratam de inscrever seus filhos em programas especiais de ensino acelerado. Mas no caso de Hindemburg, não houve pressão nem intervenção dos pais. Nesse aspecto, se assemelha a Johann Karl Friedrich Gauss, que também demonstrou dotes excepcionais muito jovem, mas seus pais não interferiram em seu ritmo de aprendizado, deixando seguir o fluxo natural. Questionado sobre o assunto, Hindemburg considera isso uma vantagem, porque enquanto outras crianças precoces foram treinadas para memorizar e repetir grandes quantidades de informações de livros, ele pôde evoluir naturalmente sua criatividade e seu pensamento analítico, que ele considera mais importantes do que a repetição mecânica. Como resultado, o desenvolvimento de Hindemburg foi muito diferente do de outras crianças super precoces. O pai de Ainan Cawley, por exemplo, comenta que seu filho, aos 7 anos, já lia livros de Química de adultos, enquanto Hindemburg só começou a estudar Química aos 16 anos. Por outro lado, enquanto Ainan Cawley e outras crianças super precoces continuavam memorizando e repetindo informações até a idade adulta, Hindemburg já estava criando e descobrindo muito cedo. Aos 9 anos, durante uma aula de Geografia, Hindemburg realizou uma das proezas mais notáveis para uma criança nessa idade, talvez a mais notável: ele deduziu alguns dos fundamentos da Geometria Fractal, ao demonstrar que a medida do perímetro do litoral do Brasil não variava na mesma proporção em que variava a escala do mapa, e explicou corretamente o motivo pelo qual isso acontecia. A dedução desses conceitos é extremamente difícil inclusive para adultos com mais de 170 de QI. Uma proeza não tão expressiva ocorreu aos 13 anos, ao ler a biografia de Norman Pogson (no livro "Gênios da Humanidade"), em que Pogson, ao tratar do brilho das estrelas, afirmava que uma diferença de 5 magnitudes correspondia a uma proporção de brilho de 100 para 1, e uma diferença de 1 magnitude correspondia à uma proporção de raiz quinta de 100 para 1. Hindemburg tinha uma calculadora simples com operações de soma, subtração, multiplicação, divisão e raiz quadrada, sem outras funções, e desenvolveu um método para calcular a relação entre os brilhos com base nas diferenças de magnitudes e vice-versa, utilizando apenas os recursos disponíveis nessa calculadora, isso equivale à descoberta do conceito de logaritmos e de um método para calculá-los.

Também teve um desenvolvimento físico um pouco mais rápido que o normal, começou a caminhar com 371 dias, no aniversário de seu tio. Com dois anos de idade, Hindemburg feriu a gengiva e teve uma hemorragia que durou vários dias, sendo diagnosticado como hemofílico. Isso teve um profundo impacto sobre sua vida, pois sua mãe não o deixava sair de casa para brincar, já que poderia sangrar até a morte se sofresse qualquer ferimento leve. Anos mais tarde, quando perdeu seus primeiros dentes decíduos, sua mãe também ficou desesperada, com medo de que pudesse voltar a sangrar ininterruptamente, mas isso não ocorreu. Seus primeiros dentes caíram, houve um pouco de sangramento, mas nada fora do normal. Por isso o diagnóstico inicial foi contestado, pois hemofilia seria incurável, mas no seu caso, aparentemente houve uma “remissão espontânea” ou talvez tenha sido erro de diagnóstico. A reanálise do caso levou à hipótese de que poderia ser uma deficiência plaquetária com sintomas semelhantes aos da hemofilia.​

 

Embora tenha crescido num ambiente sem abundância financeira nem cultural, apresentou diversos talentos precoces e um comportamento muito diferente do das outras crianças, a tal ponto que, aos 3 anos de idade, seus pais o levaram para ser examinado psicologicamente e constatou-se que tinha a idade mental de 9 anos. Isso corresponde a um QI em torno de 300 na escala Cattell, equivalente a 233 na escala Stanford-Binet. Em 2005, o presidente e fundador de Pars Society (para pessoas com QI acima de 180), Baran Yonter, fez uma estimativa de que o QI de Hindemburg está acima de 200, alto demais para ser medido pelos testes. Para efeito de comparação, o QI médio da população mundial é 100 e o QI médio no Brasil é 87. De acordo com a classificação originalmente proposta pelo Dr. Lewis Terman, o QI necessário para ser considerado “superdotado” é 140 e para ser considerado “gênio” é 180. De acordo com Garth Zietsman (artigo disponível aqui) o QI médio dos engenheiros do MIT é 144 e a média dos ganhadores do prêmio Nobel em áreas científicas é 155. Há controvérsias sobre qual o QI correto dos ganhadores do Nobel, porque os testes de QI tradicionais são considerados inadequados para medir corretamente nesse nível.

No início do século XX, estudos desenvolvidos nos Estados Unidos pela Dra. Leta Hollingworth mostraram que crianças de 8 a 10 anos com capacidade intelectual semelhante à de adultos com QI 100 tendem a não se adaptar ao sistema de ensino convencional. O que esperar então de uma criança de 9 anos com capacidade intelectual de um adulto com 170 de QI? A maioria das crianças do estudo de Leta Hollingworth abandonava a escola, já que as tarefas escolares não oferecem desafios estimulantes a elas, o ritmo de ensino não acompanha o ritmo de aprendizado destas crianças, não se valoriza a criatividade nem o pensamento crítico. O ensino convencional se resume a decorar e repetir informações. Esse problema é especialmente grave entre crianças pobres. Thomas Edison, Michael Faraday, Steve Jobs são alguns exemplos de crianças profundamente talentosas, provenientes de famílias com poucos recursos, que abandonaram precocemente a vida acadêmica. Nestes três casos, apesar de terem enfrentado numerosas adversidades, conquistaram sucesso profissional, mas são exceções. A grande maioria destas crianças acaba como Christopher Michael Langan (QI 195, segurança em boate) ou Rick Rosner (QI 193, modelo nudista), em subempregos, resultando num inestimável prejuízo para o mundo, já que poderiam contribuir para a cura de numerosas doenças e solucionar uma larga variedade de problemas científicos, sociais, tecnológicos, educacionais etc. 

 

Para enfrentar esse catastrófico problema de evasão escolar, que implicava justamente a perda das mentes mais brilhantes do país, Dra. Hollingworth fundou uma instituição para identificar crianças com este perfil e oferecer cursos especiais a elas, respeitando o ritmo individual de aprendizado, incentivando a produção criativa e a análise crítica. Até hoje The Hollingworth Center for Highly Gifted Children atende anualmente centenas de crianças talentosas e as orienta para a carreira acadêmica, ou para a área na qual apresentam maior vocação, assegurando que se tornem cidadãos produtivos e contribuam para o bem-estar da comunidade. 


De acordo com Dra. Eunice Maria Lima Soriano do Alencar, em 1978 havia nos Estados Unidos 1200 instituições destinadas ao ensino especial para crianças talentosas. Em Israel, no Reino Unido, na Alemanha, na França, na Austrália e em praticamente todos os países desenvolvidos, também há numerosos institutos com propostas semelhantes. Um emitente educador australiano declarou que considerava muito importante o investimento na educação especial de portadores de altas habilidades porque esse é o recurso natural mais valioso de uma nação. De fato, nos anos 1970, a China, a Índia e a Tailândia iniciaram um vigoroso processo de incentivo e apoio a crianças e jovens talentosos, com massivo investimento na educação especial. A Tailândia não deu continuidade ao projeto, mas a China e a Índia logo começaram a colher os excelentes frutos desse empreendimento, cujos resultados, cerca de 15 anos depois, começaram a se refletir num acelerado desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, econômico e social, elevando estes países à condição de principais potências mundiais e com mais rápida ascensão nos últimos 30 anos, melhorando substancialmente a qualidade de vida de todos os seus cidadãos. Lamentavelmente não existe nada similar no Brasil. 


A vida escolar de Hindemburg não foi muito diferente do esperado, com base nos estudos da Dra. Hollingworth, sobretudo por viver no Brasil, onde o descaso com a Educação Básica é aviltante, e muito pior ainda com a Educação Especial, que praticamente não existe no país. Hindemburg abandonou os estudos várias vezes, desde a 5ª série, até se afastar definitivamente no 1º semestre da faculdade de Física. Embora não tenha optado pela carreira acadêmica, acabou produzindo um legado intelectual muito substancial, com numerosas inovações. 

Hindemburg é autor de mais de 1700 artigos em diferentes campos do conhecimento, inclusive com propostas inovadoras de considerável relevância em Investimentos, Psicometria, Xadrez, Astrometria, Astrofísica, Ciência Cognitiva, Filosofia, Teologia, Antropometria, Biomedicina, Gerenciamento de riscos, Data Science, entre outras. Hindemburg também é detentor de alguns recordes mundiais em atividades intelectuais, um dos quais está registrado no Guinness Book, edição de 1998, páginas 110-111. Veja a seguir alguns depoimentos, vídeos, fotos, reportagens e outros documentos sobre esse evento:

Hindemburg Melão Jr. é considerado uma das pessoas mais inteligentes do Brasil, destaca-se por sua incomparável capacidade de raciocínio lógico e pensamento abstrato, em outras palavras por sua excelência no que há de mais evoluído no pensamento humano.

“Não há intelectual no Brasil ou no mundo que produza conteúdo de profundidade e originalidade similar à obra de Melão Jr. Além disso, Melão Jr. assume a posição simultânea de inovador e divulgador das idéias – em ciência, são raros os pesquisadores que fazem inovações relevantes, como Newton e Einstein; da mesma forma, são raros os que conseguem divulgar estas idéias de forma didática e cativante para o público leigo, muitas vezes influenciando os leigos a deixarem de sê-lo, como Carl Sagan. Melão Jr. assume simultaneamente os dois papéis em seus artigos, inovando e divulgando de forma brilhante em variadas áreas.” 

Tudo que é tocado pela intelectualidade de Hindemburg Melão Jr. se transforma em riqueza de conhecimentos. Dotado de uma capacidade cognitiva incrível, que lhe permitiu tornar-se profundo conhecedor de variados assuntos, e de um raciocínio brilhante que o capacita a contestar conceitos e lançar novas idéias sobre estes assuntos.

Conheço Hindemburg Melão Jr. desde 2002, quando fui contatado com relação à Sigma Society, de que é fundador. Desde então, tenho tido o privilégio de conhecê-lo cada vez melhor e, ao mesmo tempo, de sempre me impressionar com o alcance de sua genialidade, criatividade, simplicidade, integridade e seu refinado senso de humor. Melão é um polímata altamente capacitado e criativo que se dedica profundamente e se apropria de qualquer assunto que lhe interessa. Suas qualidades tornam-no capaz de desempenhar qualquer função de alto nível ou projeto a que se dedique com o máximo resultado possível.”

Conheça outras opiniões sobre Hindemburg Melão Jr. aqui.

 

Veja também, no final dessa página, uma lista de reportagens e entrevistas nas quais há vídeos e fotos desse recorde, com informações mais detalhadas a respeito. Hindemburg também é detentor de outros recordes intelectuais, citados ao final dessa página.

Desde muito criança, apresentou memória excepcional para números e para Xadrez, característica que herdou dos pais, já que ambos apresentavam hipermnésia. Anos mais tarde, esta característica contribuiu para que quebrasse um recorde mundial em Xadrez às cegas, bem como contribuiu para reconhecer e organizar grande número de padrões que ocorrem no Mercado Financeiro, padrões que indicam assimetrias nas probabilidades de que as cotações sigam em determinada direção e, com isso, utilizou estes padrões no desenvolvimento do sistema de Inteligência Artificial Saturno V, com o qual conquistou mais de 20 prêmios internacionais de alta performance em rankings de fundos como Preqin, Barclay's Hedge e IASG.

 

Em 1999, Hindemburg Melão Jr. fundou Sigma Society e criou o Sigma Test, considerado um dos testes de inteligência mais difíceis que existe e um dos mais criativos. O Sigma Test foi publicado inicialmente em português, por isso poucas pessoas tiveram acesso. Mas no início de 2000 o gênio finlandês Petri Widsten, campeão de vários concursos internacionais de Lógica e de competições de QI, Ph.D. Summa Cum Laude e distinguido com o prêmio de melhor tese de doutorado de seu pais no biênio 2002-2003, encontrou o site da Sigma Society. Como Petri fala fluentemente mais de 10 idiomas, inclusive português, ficou impressionado com as questões do Sigma Test. Tentou resolvê-las e conseguiu acertar 32 entre um total de 36, sendo o maior escore obtido até hoje no Sigma Test.

Para se ter uma ideia do que isso representa, em 2020 Petri assumiu a primeira posição no ranking internacional de QI “Smartest Person on Earth”, à frente de vários nomes consagrados das sociedades de alto QI, com escores acima de 196, inclusive Dany Provost, Rick Rosner, Tor Jørgensen e José Molinero. Veja o ranking em http://www.worldiqchallenge.com/rankings.html. Petri fez 14 em 15 no “Smartest Person on Earth”, enquanto Rick Rosner, fez 9 em 15. Rosner aparece em várias listas das 10 pessoas mais inteligentes do mundo e foi o único a obter 100% de acertos num dos testes de Ronald Hoeflin. Outras pessoas que tentaram resolver inteiramente os testes de Hoeflin, mas não conseguiram, foram Marilyn vos Savant, registrada no Guinness Book 1988 como pessoa com QI mais alto do mundo, e Chris Langan, que no final dos anos 1990 reivindicou ter o QI mais alto das Américas.

Petri ficou tão positivamente impressionado com o Sigma Test que achou que precisava ser mais divulgado, para que outras pessoas pudessem ter a oportunidade de serem avaliadas por meio desse exame. Ofereceu-se para traduzir o Sigma Test para seu idioma nativo, o suomi, e depois para o inglês. Logo depois, entrou em contato com os editores da revista da Mensa Finlândia e mostrou a eles o Sigma Test, que se interessam em publicar na edição seguinte. Como resultado, muitos dos principais expoentes da Mensa Finlândia também fizeram o Sigma Test, inclusive Rauno Lindström.

 

Logo após o Sigma Test ser traduzido para o inglês, foi publicado na revista da Prometheus Society, despertando o interesse de muitos membros das principais sociedades de alto QI, alguns dos quais ofereceram traduzir o Sigma Test para seus idiomas nativos. Em pouco tempo o Sigma Test já estava disponível em 14 idiomas e foi publicado em várias revistas sobre inteligência em diferentes países, inclusive Finlândia, Estados Unidos, Bélgica, Holanda e até mesmo no Brasil, na revista digital “Malba Tahan”, que na época era editada por Renato P. dos Santos, Ph.D. em Física pela Unesp com dois pós-doutorados em Inteligência Artificial, um na Áustria e outro na Alemanha.

 

Com toda essa repercussão, os presidentes de várias sociedades de alto QI começaram a convidar Hindemburg para participar dos grupos que eles dirigiam, oferecendo isenção de todas as taxas e sem precisar passar por qualquer de exame de admissão. Em 4 anos Sigma Society já reunia membros de 40 países nos 5 continentes (6 se considerar América do Norte e do Sul como dois continentes).


Entre 1999 e 2006, mesmo sem qualquer formação acadêmica, Hindemburg foi um participante destacado nos fóruns privativos e grupos de debates das principais comunidades para superdotados e gênios, a ponto de receber convites para se tornar membro honorário em algumas das sociedades de elevado QI mais exclusivas do mundo, em vários países nos 5 continentes, sempre com isenção de todas as taxas e dispensa dos exames de admissão, apenas em troca de que participasse ativamente dos grupos, compartilhando suas opiniões e conhecimentos. Veja o que dizem sobre Hindemburg alguns dos frequentadores destes grupos.

Além de Sigma Society, Hindemburg também é fundador de Sigma VI, para pessoas com QI acima de 196 pela escala Stanford-Binet. É autor do Sigma Test e do Sigma Test VI. O Sigma Test é aceito como critério para admissão em várias sociedades de alto QI em diversos países em 5 continentes (6 se considerar América do Norte e América do Sul como dois). Veja aqui a matéria de Marco Ripà (gênio do ano em 2014, região - Europa) sobre o Sigma Test e veja as opiniões de outros proeminentes intelectuais sobre este teste neste link: depoimentos. Veja também o artigo escrito por Albert Frank sobre o Sigma Test e publicado na revista Papyrus”: Albert foi professor de Lógica e Matemática na Universidade de Bruxelas, foi referee internacional em várias revistas científicas, foi campeão de Xadrez de Bruxelas e campeão veterano da Bélgica.

O teto de dificuldade do Sigma Test foi estimado em cerca de 203 e do Sigma Test VI foi estimado em 226. Esses valores foram "corroborados" pela comparação de escores de pessoas que fizeram o Sigma Test e fizeram também outros high range IQ tests, tais como Mega Test, Titan Test, Test for Genius, Logima Stricta e similares, porém os tetos desses testes, de acordo com Hindemburg, estão inflados, de modo que os escores do Sigma Test também ficaram contaminados por essas distorções. Em 2003 foi feita uma tentativa de revisar esses escores com base no método de normatização que Hindemburg havia proposto em novembro de 2000. O resultado foi um artigo no qual foi apresentado um método para determinar QIs numa escala de proporção, gerando um novo conceito de escore, o QI de potencial (pIQ), que respeita a distribuição verdadeira dos escores, em vez de tentar forçar os escores a se distribuírem como uma gaussiana. Isso preserva a isometria da escala e tem numerosas vantagens em comparação aos métodos tradicionais de avaliação. Nesse artigo, Hindemburg também deduz uma equação para converter pIQ em rIQ e vice-versa, desse modo torna-se possível calcular o nível de raridade verdadeiro para os QIs medidos pelos high range IQ tests, sem as distorções fantasiosas que são observadas na maioria dos testes de QI e dos high range IQ tests. Para compreender melhor a diferença entre as normas habitualmente adotadas e os valores corretos que deveriam ter essas normas, é recomendável ler o artigo "Uma escala de proporção para testes cognitivos".

 

A tabela a seguir mostra algumas informações estatísticas sobre a distribuição teórica de cada faixa de QI, com base na escala Stanford-Binet (com média=100 e desvio padrão=16). É importante destacar que embora a distribuição gaussiana seja uma boa aproximação para a distribuição real dos escores no intervalo entre -2 e +2 desvios padrão, quando se considera escores acima de +2 e principalmente acima de +2,5 desvios padrão, as porcentagens observadas empiricamente são substancialmente maiores do que as previstas pela distribuição teórica. Para compreender melhor esse processo, novamente é recomendável ler o artigo "Uma escala de proporção para testes cognitivose os links citados, especialmente a norma de 2003 do Sigma Test. 
 

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No Xadrez, Hindemburg foi campeão invicto no Torneio Internacional Master Class ICCF 1999, campeão invicto no Grupo 1 do Zonal Sulamericano ICCF 1999, classificou-se para representar o Brasil na semifinal do Campeonato Mundial ICCF, foi convidado por Mario Ceteras, capitão da equipe “Potaissa Turda”, da Romênia, para representar aquele país na Liga Europeia dos Campeões ICCF de 2002 e foi indicado pelo Campeão Brasileiro e Grande Mestre Internacional Salvador Homce De Cresce para representar o Brasil na Olimpíada de Xadrez da ICCF de 2004. É autor de mais de 450 trabalhos de análises e comentários de jogos de Xadrez publicados nos principais periódicos internacionais, entre os quais o Sahovski Informator, Encyclopedia of Chess Openings, Chess Base Magazine, La Mecca Encyclopedia of Chess, Super Ajedrez Hispano Americano e Mega Database.

 

Veja também artigo do Mestre Internacional Junior Tay sobre Hindemburg Melão Jr., publicado na revista Correspondence Chess News, volume 50, páginas 41 a 50: acesso aqui


Em 2010, Hindemburg desenvolveu um método para medida de performance ajustada ao risco em investimentos, que apresenta vantagens importantes em comparação aos métodos desenvolvidos por William Sharpe (Nobel de Economia em 1990) e Franco Modigliani (Nobel de Economia em 1985). A proposta foi apresentada no Congresso Nacional de Robôs de Investimentos de 2015. Em 2020, em matéria na revista da Empiricus, que reúne a mais consagrada equipe de analistas de investimentos do país, o método desenvolvido por Hindemburg foi considerado superior ao de William Sharpe, assim como ao de qualquer outro método existente para essa finalidade. 

Em 2002, Hindemburg criou um método para determinar o número de hipervolumes gerados por hiperplanos que intersectem polítopos regulares com qualquer número de dimensões. Um caso particular desse problema foi publicado na forma de questão do Sigma Test VI.

Em 2003, Hindemburg desenvolveu  um novo método para cálculo de IMC, superior ao método tradicional, que vinha sendo calculado incorretamente há mais de 190 anos. O trabalho foi publicado inicialmente na forma de artigo, no site de Sigma Society, e pode ser acessado aqui. Mas na época não havia sido aferida empiricamente a dimensão fractal do corpo humano; utilizava uma estimativa em torno de 2,53 para a dimensão e 3,06 para o expoente da fórmula. Em 2008, o artigo foi ampliado e publicado na forma de livro (ISBN 978-85-613-0618-2). Em 2013, Nick Trefethen, diretor do Dep. de Análise Numérica na Universidade de Oxford, aparentemente sem ter conhecimento do livro de Hindemburg, publicou um trabalho basicamente igual à primeira metade do artigo de 2003, com o detalhe que Dr. Trefethen usou para o expoente da fórmula o mesmo valor que estimou para a dimensão fractal (2,5), o que Hindemburg considerava ser uma abordagem inadequada (incompleta), pois não leva em consideração a resistência dos materiais. Em 2021, Hindemburg fez um estudo com diversas bases de dados com pesos e alturas de mais de 300.000 pessoas, e o valor empírico encontrado para o expoente da fórmula foi 3,144, corroborando a abordagem de seu artigo original de 2003 estava correta, bem como seu livro de 2008, que sugeria um expoente de 3,06, bem diferente da dimensão fractal em torno de 2,53 ou 2,5 (indicada por Nick Trefethen) ou o valor tradicional 2,00, gravemente incorreto, embora seja recomendado pela Organização Mundial da Saúde. 

O artigo original de 2003 pode ser acessado em:

https://web.archive.org/web/20050309151715/http://www.sigmasociety.com/erros_e_acertos/sigma_erros-e-acertos1.asp

O registro do livro de 2008 pode ser encontrado no site da Biblioteca Nacional

 

O livro de 2021 está disponível em “IMCH – Análise matemática dos erros da fórmula de IMC.
 

Durante a análise dos dados do NHANES, NCBI e outros grandes bancos de dados de Saúde, Hindemburg deparou com numerosos erros, inclusive indícios de fraudes, o que constitui um problema muito grave, já que estes bancos de dados são citados em mais de 160.000 artigos, e os autores destes artigos assumem estes dados como confiáveis. Por isso decidiu dedicar uma parte considerável do livro à análise desse problema. Os erros foram denunciados, mas nenhuma providência foi tomada.

 

Em 2002, Hindemburg também encontrou a (provável) melhor solução para o Shannon Number. Trata-se de um problema de Análise Combinatória que permanece insolúvel há mais de 500 anos (embora tenha o nome “número de Shannon” há apenas 70 anos). Consiste na determinação do número de posições possíveis numa partida de Xadrez. Há diversos trabalhos nesta área e frequentemente ocorrem avanços, com aproximações cada vez melhores. Em 2014, em artigo publicado no International Journal of Game Theory, Stefan Steinerberger, professor de Matemática na Universidade de Yale, publicou uma solução que até o momento é a que mais se aproxima da apresentada por Hindemburg em 2002. 

Algumas fotos astronômicas (hobby) de Hindemburg e alguns de seus trabalhos inovadores em Astronomia:

 

Autor de um aprimoramento no método usado pela NASA e pela ESA para o cálculo de paralaxes estelares, em artigo publicado em 2003, que pode ser acessado aqui. O então diretor técnico do planetário do Ibirapuera e pesquisador no IAG-USP Ednilson Oliveira examinou a proposta, achou interessante e repassou a alguns especialistas brasileiros em Astrometria, mas não deram importância. Ironicamente, em 2016, um grupo de pesquisadores de 15 diferentes universidades de vários países, publicou um artigo conjunto com uma proposta basicamente igual, e o artigo destes pesquisadores está disponível para download na página de Kepler de Souza Oliveira Filho, que foi presidente da Sociedade Astronômica Brasileira e uma das pessoas que “examinou” o artigo de Hindemburg 13 anos antes, mas na época não demonstrou interesse. A lista completa dos coautores do artigo publicado em 2016, que chegaram a basicamente os mesmos resultados que Hindemburg havia publicado sozinho em 2003, é apresentada a seguir:

Basílio X. Santiago1,2, Dorothée E. Brauer3, Friedrich Anders3,2, Cristina Chiappini3,2, Anna B. Queiroz1,2,
Léo Girardi4,2, Helio J. Rocha-Pinto5,2, Eduardo Balbinot1,2, Luiz N. da Costa6,2, Marcio A.G. Maia6,2,
Mathias Schultheis7, Matthias Steinmetz3, Andrea Miglio8, Josefina Montalbán9, Donald P. Schneider10,11,
Timothy C. Beers12, Peter M. Frinchaboy13, Young Sun Lee14, and Gail Zasowski15


1 Instituto de Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Caixa Postal 15051, 91501-970 Porto Alegre, Brazil
2 Laboratório Interinstitucional de e-Astronomia − LIneA, Rua Gal. José Cristino 77, 20921-400 Rio de Janeiro, Brazil
3 Leibniz-Institut für Astrophysik Potsdam (AIP), An der Sternwarte 16, 14482 Potsdam, Germany
4 Osservatorio Astronomico di Padova − INAF, Vicolo dell’Osservatorio 5, 35122 Padova, Italy
5 Universidade Federal do Rio de Janeiro, Observatório do Valongo, Ladeira do Pedro Antônio 43, 20080-090 Rio de Janeiro, Brazil
6 Observatório Nacional, Rua Gal. José Cristino 77, 20921-400 Rio de Janeiro, Brazil
7 Observatoire de la Côte d’Azur, Laboratoire Lagrange, CNRS UMR 7923, BP 4229, 06304 Nice Cedex, France
8 School of Physics and Astronomy, University of Birmingham, Edgbaston, Birmingham, B15 2TT, UK
9 Institut d’Astrophysique et de Géophysique, Allée du 6 août, 17 − Bât. B5c, 4000 Liège 1 (Sart-Tilman), Belgium
10 Department of Astronomy and Astrophysics, The Pennsylvania State University, University Park, PA 16802, USA
11 Institute for Gravitation and the Cosmos, The Pennsylvania State University, University Park, PA 16802, USA
12 Department of Physics and JINA Center for the Evolution of the Elements, University of Notre Dame, Notre Dame, IN 46556, USA
13 Department of Physics & Astronomy, Texas Christian University, TCU Box 298840, Fort Worth, TX 76129, USA
14 Department of Astronomy and Space Science, Chungnam National University, 34134 Daejeon, Republic of Korea
15 Dept. of Physics and Astronomy, Johns Hopkins University, Baltimore, MD 21210, USA

Atualmente os trabalhos de mais alto nível utilizam este método, inclusive o projeto GAIA DR2, o mais importante da atualidade em Astrometria.

Situações semelhantes se repetiram em outras ocasiões. Por exemplo: no caso do exoplaneta CoRoT Exo-3b, divulgado na época como o planeta mais denso conhecido. CoRoT Exo-3b foi descoberto em 2008 e Hindemburg escreveu um artigo, alguns dias depois, mostrando que a densidade divulgada no site da NASA e em todas as outras fontes (26,4 g/cm³) estava incorreta. A densidade deveria ser muito menor, em torno de 14,8 g/cm³, e numa revisão posterior, em janeiro de 2010 (data de registro no Internet Archive, mas a data de publicação parece ser 2009), utilizando uma amostra maior de dados sobre a distribuição de densidades de exoplanetas, Hindemburg chegou a 9,1 g/cm³, que, segundo ele, deve ser o mais próximo do correto. O artigo pode ser acessado em https://web.archive.org/web/20100202103724/http://www.sigmasociety.com/Corot-Exo-3b.pdf. Em 2018, estudos com base nos dados do projeto GAIA DR2, cerca de 10 vezes mais precisos e mais acurados que os anteriores, revisaram o cálculo da densidade do CoRoT Exo-3b de 26,4 para 17,3 g/cm³, chegando mais próximo aos resultados que Hindemburg havia publicado em 2008. O artigo de 2018 é assinado pelos pesquisadores laureados como Daniel Johns (Chambliss Academic Award Gold Medal), Connor Marti, Madison Huff, Jacob McCann, Robert A. Wittenmyer, Jonathan Horner, Duncan J. Wright, representando três institutos de Física e Astrofísica dos Estados Unidos e um da Austrália. Esse artigo pode ser acessado em diversas fontes, inclusive Arxiv e ResearchGate. De acordo com Hindemburg (ao comentar sobre isso em um artigo de 2022, sobre uma estrela muito distante), dentro de mais alguns anos, se melhorarem a metodologia, devem chegar mais perto do resultado que ele publicou em 2010.

Em 2015, Hindemburg escreveu um artigo no qual defende a impossibilidade de existirem buracos-negros. O texto está acessível na área privativa, em nosso repositório, para quem tiver interesse, e será parte de um de seus próximos livros. 

Em 2001, Hindemburg propôs aprimoramentos na Teoria da Evolução de Darwin e Wallace, com aplicações no campo da Inteligência Artificial, especialmente no processo de evolução de Algoritmos Genéticos. A mesma ideia havia sido desenvolvida independentemente por José Antonio Francisco, aproximadamente na mesma época. De modo resumido, a ideia é de que se em algum momento os organismos desenvolvessem mecanismos por meio dos quais pudessem registrar ao longo da vida quais de suas características são mais úteis e, assim, selecionar quais características devem ser prioritariamente transmitidas, em vez de as transmitir aleatoriamente, esses organismos teriam uma vantagem competitiva sobre os demais e com o passar das gerações, todos os organismos sobreviventes, ou a franca maioria, transmitiria seus caracteres dessa maneira, em vez de as transmitir de forma aleatória. Algumas pesquisas divulgadas nos anos seguintes apresentaram resultados que podem ser interpretados como corroboração dessa ideia. 

Em 2013, Hindemburg descreveu detalhadamente um método que havia concebido anos antes, por meio do qual é possível calcular o rating de jogadores de Xadrez com base em apenas 1 partida, ou até mesmo com base em fragmentos de uma partida. Com esse método, também não há necessidade de uma densa rede de partidas conectando vários jogadores. Dois amigos programadores, André Gâmbaro e Victor Gabriel, ofereceram-se para ajudar na implementação do método (2013), mas o trabalho não chegou a ser concluído. Em 2020 Hindemburg decidiu estudar programação e realizar o projeto sozinho, que foi concluído em 2021 e publicado em 2022 com o título "Xadrez, os 2022 melhores de todos os tempos, dois novos sistemas de rating". Com esse trabalho, Hindemburg solucionou um problema de Teoria da Medida que vinha sendo investigado há mais de 15 anos por eminentes matemáticos, estatísticos e cientistas da computação de várias grandes universidades, tais como Ivan Bratko, Matej Guid, Rémi Coulom, Jean-Marc Alliot, Daniel Rensch, Kenneth Wingate Regan, Guy McCrossan Haworth, Mathieu Acher, François Esnault, Tamal Biswas, Diogo R. Ferreira, Aritz Perez, Charles Sullivan, Ashton Anderson, Jon Kleinberg, Sendhil Mullainathan e outros expoentes da área. 

Em artigo de 2015, Hindemburg mostrou que o paradoxo de Moravec é um pseudoparadoxo. O texto pode ser acessado em:

 https://web.archive.org/web/20160506140313/http://www.saturnov.com/artigos/416-pseudo-paradoxo-de-moravec 

Também em 2015, Hindemburg mostrou que o método recomendado pelo Nobel de Economia Harry Markowitz, para otimização de portfolios, apresenta algumas falhas, e propôs alguns aprimoramentos que tornam o método de Markowitz mais eficiente e mais seguro. O texto esteve disponível no mesmo site do Saturno V indicado no link acima, porém na área privativa, e não está acessível via Weyback Machine

O matemático Thomas Digges, em 1576, concluiu que se o Universo fosse infinito, povoado por infinitas estrelas com distribuição aproximadamente homogênea, o céu noturno deveria ser claro, mais precisamente deveria ser tão brilhante quanto a superfície média de uma estrela. Mais tarde esse mesmo problema foi também analisado por Kepler (1610), Halley (1721), Cheseaux (1744), Olbers (1823) e outros. Desde então, houve várias tentativas de explicar esse fenômeno, sendo que geralmente se considera que o trabalho apresentado em 1901 por Lord Kelvin foi a primeira explicação razoavelmente satisfatória, contudo, nenhuma chegou a ser aceita como conclusiva e o problema continuava sendo considerado em aberto. Em 2019, Hindemburg publicou um artigo mostrando que o "paradoxo de Olbers", que tem intrigado os cientistas há mais de 440 anos, é na verdade um pseudo paradoxo, isto é, não existe a contradição que se suponha haver, tornando desnecessária uma refutação científica porque há uma inconsistência interna na formulação lógico-matemática do paradoxo. O texto pode ser encontrado em https://www.saturnov.org/olbers. Bráulio Medina, Menção Honrosa em Olimpíada Brasileira da Matemática de 1994, concorda com a solução, mas há algumas controvérsias sobre se os argumentos apresentados por Hindemburg são de fato conclusivos.

Em 2020, Hindemburg analisou um debate histórico entre Galileu e o eminente matemático Clavius, que, de acordo com o historiador da Ciência Prof. Dr. Roberto de Andrade Martins, Clavius deixou Galileu sem resposta adequada. A questão é extremamente difícil e complexa, mas Hindemburg encontrou uma solução engenhosa utilizando exclusivamente os recursos e conhecimentos disponíveis na época de Galileu, mostrando que o ponto de vista de Galileu era correto, embora Galileu não tivesse encontrado argumentos que sustentassem a sua tese. Hindemburg publicou um artigo apresentando sua solução e posteriormente o transformou em questão do Moon Test e do Sigma Test Extended.

Em artigo publicado em 2021 com o título "O mito da cointegração", Hindemburg inicia o texto com as seguintes palavras "Neste artigo discutiremos algumas das falhas cometidas pelo ganhador do prêmio Nobel de Economia de 2003, Clive William John Granger, em relação ao uso do conceito de cointegração, falhas estas que têm sido repetidas inadvertidamente pelos principais economistas e gestores do mundo nos últimos 40 anos. Também apresentaremos a maneira correta de como se deve lidar com essa questão." Também acessível em LinkedIn e Facebook, com as respectivas interações de estatísticos, matemáticos, economistas e pesquisadores de diferentes áreas científicas. 

 

Veja mais opiniões e declarações sobre Hindemburg nos depoimentos do LinkedIn, nos prefácios do livro IMCH e nessa compilação.

Prêmios e distinções:  

 

  • Recordista mundial de mate anunciado mais longo em Xadrez Epistolar, publicado no jornal de Pi Society (Grécia-França) em 2001 e na Revista Brasileira de Xadrez Postal. 

  • Convidado pelo presidente de Pars Society, Baran Yönter, para ser membro honorário nesta instituição, com isenção de todas as taxas e dispensa de qualquer exame para admissão. Pars Society é uma das sociedades de elevado QI mais exclusivas do mundo, para pessoas com escore acima de 180 em testes padronizados pela escala Stanford-Binet ou acima de 220 em testes padronizados pela escala Cattell, equivalente ao percentil teórico de 99,99997% (cut-off 1 em 3.500.000). Lista de membros de Pars Society.

  • Convidado pelos presidentes e diretores de diversas outras sociedades de elevado QI para ser membro honorário, sócio vitalício, sócio benemérito etc., inclusive World Intelligence Network (*)ISIS, Etranger Prometheus, Ludomind, Creative Genius Society, International High IQ Society, High IQ Society for Humanity etc. Esta última consistia num projeto de apoio a crianças carentes da África, coordenado por David Udbjørg, em que Hindemburg foi co-patrocinador com doações periódicas durante os anos em que ela se manteve ativa. HIQSH chegou a beneficiar mais de 500 crianças com diversos projetos educacionais, culturais e científicos. Posteriormente, em 2004, mudou de nome para “CAILI”, mas infelizmente acabou sendo desativada por falta de recursos. (* WIN)

Apresentação de trabalhos em congressos, simpósios, palestras: 

  • 2022, International High-I.Q. Forum, representando a América do Sul. Existem no mundo mais de 80 sociedades de alto QI, que reúnem cerca de 170.000 membros, com um considerável potencial transformador. Em 2020, In-Sight Journal, principal periódico de acesso aberto voltado a esse nicho, tomou a iniciativa de reunir alguns dos nomes mais consagrados das sociedades de alto QI, para “ouvir” o que esses intelectuais têm a dizer e apontar os rumos a serem tomados para maximizar o impacto positivo dessas sociedades sobre o mundo e sobre a humanidade. Naquela ocasião, o evento se concentrou nos Estados Unidos e Europa. A edição de 2022 tem caráter mais globalizado, com um representante de cada continente: para representar a América do Sul foi convidado Hindemburg Melão Jr., para a Europa Tor Arne Jorgensen, para a América do Norte Rick Rosner, para a Ásia Tianxi Yu, para a África David Udbjorg, para a Oceania Tim Roberts. 

  • 1994, Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – Apresentação de um método calcular fatoriais de quaisquer números reais (inclusive não-inteiros e negativos) que havia desenvolvido em 1991. A solução de Hindemburg chega a uma fórmula cujos dois primeiros termos são iguais aos da fórmula de Stirling, mas por um caminho totalmente diferente, e sem utilizar Cálculo. Isso coloca essa solução num nível superior à de De Moivre, mas inferior à de Stirling. Em seguida, Hindemburg utilizou um recurso matemático que conduz a um resultado exato, superior ao método de Stirling, mas com elevado custo de processamento. Hindemburg também encontrou vários pequenos detalhes relevantes, inclusive o complemento da constante de Euler (0,5772156649...), o mínimo da função para n positivo etc. O trabalho foi muito elogiado pelo Diretor do Departamento de Física Matemática da USP, Prof. Dr. MS6 Antonio Fernando Ribeiro de Toledo Piza. Em 2001, Hindemburg desenvolveu mais um método para calcular o fatorial de qualquer real, mas que converge mais lentamente. 

  • 2015, Congresso Nacional sobre Robôs de Investimentos – “Um pouco além do índice de Sharpe”. Nesse evento, Hindemburg apresenta um novo índice para medida de performance ajustada ao risco e demonstra ser superior aos índices existentes, especialmente o índice de Sharpe (Nobel de Economia 1990) e índice de Modigliani (Nobel de Economia 1985). 

  • 2016, Congresso Nacional sobre Robôs de Investimentos – “Testagem e avaliação de estratégias de investimentos”. Nesse evento, Hindemburg desmistifica vários tópicos sobre e expõe a verdade crua sobre o mundo dos investimentos, conta um pouco de sua história e explica como devem ser realizados testes apropriados para verificar se uma estratégia é realmente eficiente. 

  • 2011, Secretaria da Educação de Araçariguama – palestra sobre “A importância do método científico no processo de aquisição do conhecimento”. Uma palestra sobre História da Ciência sob um prisma epistemológico, mostrando aos alunos e professores como se dá o processo de aquisição de conhecimento através do método científico.

  • 2006, Faculdade Metodista – palestra sobre “Heurística aplicada em processos decisórios politômicos” (a mesma palestra foi ministrada em outras instituições de ensino). Hindemburg mostra como o uso de heurísticas podem aumentar as probabilidades de acertar questões em provas de múltipla escolha, mesmo quando não se conhece as respostas, ou quando se conhece apenas um pouco sobre o assunto. 

  • 1985, EMEI Profa. Liani Maria Barbosa dos Santos – palestra sobre “O cometa de Halley”, ministrada aos 13 anos de idade, para o corpo docente e discente da instituição. Hindemburg apresenta a alunos e professores alguns conceitos sobre Astronomia e Astrofísica, com ênfase na aproximação do cometa de Halley, aspectos históricos, propriedades físicas, orbitais e curiosidades.

  • 2005, Secretaria da Educação de Bom Jesus dos Perdões – palestra sobre Teoria de Resposta ao Item para normatização de instrumentos de avaliação pedagógica. Hindemburg mostra as vantagens de se utilizar Teoria de Resposta ao Item na avaliação pedagógica, em comparação ao uso de Teoria Clássica dos Testes e em comparação ao uso tradicional da Escala Likert (habitualmente usada nas escolas).

  • 2005, Secretaria da Educação de Bom Jesus dos Perdões – palestra sobre Xadrez como instrumento pedagógico. Hindemburg discute quais os reais benefícios de se utilizar o Xadrez como coadjuvante no processo pedagógico, até que ponto os estudos sobre o tema são bem conduzidos e em que medida podem ser encarados como confiáveis.

  • 2004, G.C. Brasil – palestra sobre “Análise comparativa entre brainstorming heurístico e randômico”. Hindemburg analisa os métodos tradicionais (randômicos) de brainstorming amplamente utilizados em empresas e mostra quais seriam as vantagens de se utilizar métodos heurísticos, com vários exemplos ilustrativos e uma profunda análise conceitual.

 

Alguns vídeos de Hindemburg em entrevistas, reportagens, palestras etc.: 

Outros vídeos selecionados: 

Parte 1  ||  Parte 2


Entrevistas, reportagens e outros materiais escritos: 

 

  • Reportagem de capa e entrevista para a revista “Grafistas”, sobre vários temas relacionados a Investimentos, Ciência, vida pessoal e profissional.

  • Entrevista conjunta com Tor Arne Jorgensen para In-Sight Journal, sobre diversos temas científicos, com ênfase em Psicometria, Ciência Cognitiva, gênios históricos, Inteligência Artificial, Astronomia e Colonização Espacial.

  • Recorde mundial de mate anunciado mais longo em simultâneas de Xadrez às cegas. Guinness Book of Records 

  • “Gênios transcendentes”, entrevista para o estudo desenvolvido por John Hallenborg, sobre pessoas com QI no nível de raridade acima de 1 em 1.000.000.

Parte 1  ||  Parte 2  ||  Parte 3 

  • Distinções no Sahovski Informator (Top-10 novidades teóricas mais importantes do mundo no período, Top-19 e Top-26).

Sahovski Informator

  • Outras análises, partidas e combinações publicadas no Sahovski Informator: CI151, CI150, CI147, CI83, CI80, CI79, CI76, CI75, CI69, CI63

  • Matéria “O gênio mora ao lado”. Reportagem no jornal “O atibaiense”.

Versão impressa (resumo)  ||  Versão completa

  • Reportagens no jornal do CPP – simultânea às cegas no CPP (foram 3 reportagens) “Um contra muitos, e sem ver!”.

  • Partida de Xadrez de Hindemburg publicada no livro “LEARN CHESS FROM THE GREATS”.

  • Matéria sobre Alekhine e Hindemburg no livro de Stefan Bernwallner, no capítulo "Campeões de Xadrez". O título do capítulo é "Dois mates anunciados de Alekhine e Hindemburg".

  • Entrevista de Hindemburg sobre Xadrez para a revista "Conexão Professor".

Versão completa  || Versão compacta


Prêmios e distinções na infância e adolescência:
 
Autor de um projeto para um dispositivo óptico que chamou “máquina da invisibilidade”, e foi descrito num livro escrito em 1991 que participou de um concurso literário em 1993 e foi usado como questão 23 no Sigma Test, em 2001 (questão 34 da versão antiga). 
A descrição resumida do projeto de Hindemburg pode ser encontrada na questão 34 da versão antiga (2000) do Sigma Test em 

https://web.archive.org/web/20010202132700if_/http://www.sigmasociety.com:80/ e na questão 23 da versão publicada na revista da Prometheus Society "Gift of Fire" em 2001, na revista Mensalainen da Mensa Finlândia, na ComMensal da Mensa Bélgica, entre outras. Em 2003, o Prof. Emérito da Universidade de Tóquio Susumu Tachi desenvolveu um projeto com algumas limitações, mas compatível com a tecnologia disponível atualmente, chegando a construir um protótipo que chamou “capa da invisibilidade”. A foto abaixo mostra um dos primeiros protótipos construídos por Susumu Tachi: